terça-feira, 10 de junho de 2008

Complicar pra quê?

É impressionante como o ser humano se torna capaz de complicar as coisas mais simples da vida. E o pior é que essas dificuldades em executar um trabalho simples causa stress, fadiga e a frustração de não conseguir resolver um problema corriqueiro.

Esses fatos são observados no dia-a-dia em circunstâncias comuns como efetuar o pagamento de uma conta, comprar determinado produto e até mesmo cancelar uma linha telefônica.

O bom mesmo, é esquecer os problemas e viver a vida sem se preocupar com as dificuldades....

As incríveis criaturinhas azuis, que marcaram os anos 80, "Os Smurfs" viram filme


Folha Vitória (10/07/2008)
Muito famosos e amados pelas crianças nos anos 80, 'Os Smurfs' agora vão virar filme, de acordo com informações do site MovieWeb.


As empresas Columbia Pictures e ainda a Sony Pictures Animation compraram os direitos dos desenhos para recría-los em uma animação surreal. Os estúdios, porém, não disseram ainda se vão usar ou não atores reais, para a elaboração do filme.

sexta-feira, 28 de março de 2008

O importante é ser MADE IN

É interessante como a mídia consegue engrandecer ou humilhar ao mesmo tempo. Nos últimos dias, pudemos observar nos jornais que circulam em nosso Estado, em especial o jornal A Tribuna, a ‘fantástica’ história de Andréia Schwartz, ex-prostituta e cafetina e que foi deportada para o Brasil no início do mês.
Fico chocada com a forma especial de atenção dos nossos jornalistas em enaltecerem uma garota de programa pelo simples fato de ter ido morar nos EUA.
Independente de ser lá ou aqui, o fato de ser uma agenciadora de prostitutas não muda, mas a nossa mídia a trata como heroína, por ter derrubado um político americano por envolvimento sexual, agenciamento. E se tem orgulho disso.
Seu dinheiro, adquirido de forma ilícita, aqui se tornou bem-vindo, e Andréia é capa dos jornais todos os dias, mais do que muita gente que realmente realiza feitos relevantes e são completamente vistos como indiferentes na sociedade.
Um dia, sua chegada ao aeroporto com tratamento de estrela, no outro a cobrança por cachê para dar entrevista (e tem gente que paga por isso), no outro a mudança da cor dos cabelos e agora o interesse em arrumar um namorado. Será que essas coisas a tornam menos culpada?
E o mais interessante nisso tudo, é que no jornal A Tribuna de hoje, publicou uma matéria com o seguinte título: ‘Mulheres presas em casa de prostituição na Praia da Costa, em Vila Velha’.
Será que essas mulheres foram presas por serem prostitutas aqui? Ou será que foram presas por não terem em sua lista de clientes um político? Talvez por não terem adquirido nenhum bem significativo com o dinheiro dos programas.
Não estou aqui para julgar ninguém, mas até que se prove o contrário, a entitulada “capixaba” (e parece que o mídia local tem orgulho de dizer que uma capixaba virou cafetina nos EUA) Andréia é tão culpada quanto as garotas de programa que foram presas ontem em Vila Velha.

segunda-feira, 10 de março de 2008

E por falar em cartão..... (Duas Caras - novela global)


É interessante como a Rede Globo satiriza o governo Lula, principalmente em suas novelas. Na semana passada, estava assistindo a um capítulo da novela 'Duas Caras'. Em determinada cena, a atriz Suzana Vieira estava ao telefone fazendo uma compra. Ao final da ligação, ela deu um número de cartão de crédito e confirmou ser de um cartão corporativo da sua universidade Pessoa de Moraes. O problema é que, nessa cena, a compra era um presente para seu namorado, vivido pelo ator José Wilker. "Não, esse cartão não é pessoal. É corporativo da minha universidade. Sim. É um presente para o meu namorado", dizia a atriz no texto.
O mais interessante é que, ao final do capítulo aparecem em letras miúdas "qualquer semelhança é mera coinscidência"..... Será???

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Um cartão pra chamar de seu

Enquanto nós, pobres e mortais, vivemos sob a forca do cartão de crédito e a chibata do cartão de ponto, os imortais do poder do Planalto Central se lambuzam, qual macaco no melado, no cartão corporativo do governo. O corporativo significa que o cartão tem um corpo que engorda a cada compra de bolachas e pão com salame na padaria da esquina. E esquina, como se sabe, é lugar em Brasília tão inexistente quanto uma nota fiscal de verdade por aquelas bandas.
Eu tenho uma tese sobre a demissão da ministra-secretária Matilde Ribeiro que caiu pelo uso indevido do cartão. É que na sua pasta ela cuidava da igualdade racial e resolveu praticar igualdade em outros setores. Igualdade na ida às compras, por exemplo.
Matilde tentou igualar-se aos serviçais do Palácio do Planalto que compraram na feira do Paraguai de Brasília, mas quis ser mais igual que eles e foi às compras num free-shop. Foi onde ela praticou a igualdade dos povos latinos: fez-se de consumidora paraguaia, mas demonstrou que não passa de uma muambeira brasileira de péssimo gosto. Qual Terezinha, deu a queda e foi ao chão.
Teve gente na Aeronáutica que usou o cartão em loja de ursinhos de pelúcia. Prova de que a turma do ar anda necessitada de abraçar um bichinho para suprir a carência de muitas horas de vôo, ou melhor, muitas horas de espera nos aeroportos. Consta que só quando eles agarram um ursinho de pelúcia com força e jeitinho é que sobem aos céus. Sem querer, descobriram a solução pra que os aviões decolem sem atraso.
Outro que foi acusado de usar indevidamente o cartão corporativo foi ex-ministro Zé Dirceu. Será que ele usou pra pagar a cabeleira nova, o transplante capilar que fez recentemente? Dirceu nega de pés juntos, dedos cruzados e cabelos em pé, porque, afinal, ele agora tem cabelo de sobra pra esconder o que se passa em sua cabecinha de vento... um vento, diga-se, que derruba qualquer peruca que passa pela sua frente. Com a volta às aulas, tem empregado do Lula querendo usar o cartão na papelaria e comprar caderneta nova para dona Marisa. Servirá para a primeira-dama fazer anotações das suas compras e dos procedimentos cirúrgicos que a tem transformado numa Marta Suplicy antes da enchente. Incluindo nas anotações a data do último botox que, aliás, foi ontem ou anteontem,
dependendo do dia em que o nobre leitor estiver me lendo.
Quando vi que o ministro dos Esportes pagou uma tapioca no cartão, resolvi pedir ao Lula um cartão papa-pamonha e picolé da Jellso pra me empapuçar no verão. A idéia é ficar com o mesmo papo grande dos que entram de boca nas benesses do poder. O que, convenhamos, pode gerar uma nova modalidade de uso do dinheiro público: o cartão bicho-papão, um velho conhecido dos que sempre morderam as tetas governamentais.
Texto: Jace Theodoro

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Resposta à "Carta"

Prezada Sra,

Sua reclamação foi registrada com sucesso sob ° 76211 e encaminhada à empresa operadora Satélite para esclarecimentos.
Informamos que as programações horários das linhas são baseadas em pesquisas de oferta x demanda.
Quanto a companha contra o uso do transporte clandestino é em vista da segurança do passageiro, devido a capacitação dos motoristas de ônibus do Sistema e o seguro acidente.
Informamos ainda que estamos providênciando que ligações a cobrar sejam atendidas no 0800 39 15 17, em breve ofereceremos o serviço.
Agradecemos sua participação, ela é essencial ao desenvolvimento do Sistema.
Atenciosamente,
Gerência de Atendimento ao Usuário

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Carta de reclamação

Olá, bom dia.

Gostaria de registrar aqui uma reclamação e minha indignação. Sou usuária do Sistema Transcol e, definitivamente, a qualidade desse serviço deixa muito a desejar à população da Grande Vitória.
Há duas semanas, venho percebendo constantes atrasos na linha que utilizo para minha residência. Desde a semana passada até ontem à noite, em nehnum dia o veículo com horário de saída, do terminal para o ponto final, às 19h15, foi pontual. Todos os dias ele partiu após 19h20. Sei que cinco minutos é pouco, mas imaginem, depois de um dia de trabalho, a pessoa só quer chegar em casa, e nem isso consegue. E pela manhã, a mesma coisa. Por três vezes nessas duas semanas, o transporte atrasou. No dia 10, o carro que embarco sempre às 07h50, passou às 08h30. Nesse dia, como eu, muitas pessoas tiveram horas no trabalho descontadas. Ontem, a mesma coisa. O ônibus passou com 25 minutos de atraso. Será que serei ressarcida em valores pelo desconto que tive no meu salário pelo atraso? Afinal, cheguei atrasada porque o Sistema falhou. E sempre falha.
Sem dizer a super-lotação da linha, que independente de dia e horário, só vive lotado. Além da demora... intervalos gigantes...
Acho absurda e ridícula essa campanha que vem sendo feita nos veículos e outdoors da cidade, contra os transportes alternativos. Me fale: onde está o conforto nos ônibus do Transcol? Onde está o conforto nos terminais (todos os dias, os usuários são obrigados a esperar o transporte no terminal de Itacibá sob sol escaldante)? Onde está a segurança (visto os constantes assaltos que acontecem)? A pontualidade, então, nem se fala... Nesses aspectos, os TAs são bem mais práticos, principalmente porque chegam rapidamente ao destino.
E o pior, é que não conseguimos efetuar ligações para o 0800 da Cetrub pelo celular de dentro do terminal.... Isso é mesmo pra rir.
E ainda assim, a tarifa é uma das mais caras do País. Talvez se os diretores da Ceturb utilizassem o sistema, entenderiam melhor o que estou falando....
Então fica registrada a minha indignação.