quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Com fim do diploma, curso promete formar jornalistas em 45 horas

por Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro

"Diploma não é necessário. Para trabalhar como Jornalista, faça um curso rápido". É dessa maneira que a empresa Cursos 24 Horas anuncia treinamento para pessoas interessadas em trabalhar com jornalismo na Internet. Com custo de R$ 40 e duração de 45 horas, o curso promete formar um Cyber Repórter de sucesso.

"A queda da obrigatoriedade do diploma continua incentivando o surgimento de maus profissionais. Depois dos concursos sem exigência do diploma, agora há um site na internet oferecendo um curso completo de jornalismo on line em apenas 45 horas, ou seja, menos de dois dias corridos. Um verdadeiro curso caça-níqueis", manifestou o Sindicato dos Jornalistas do Ceará em seu site.

O supervisor de atedimento da empresa, Luiz Henrique Campos, defede o curso, afirmando que os alunos formados "tem todas as condições para trabalhar com jornalismo on line".

Campos explica que a duração de 45 horas é apenas uma estimativa, que varia de acordo com o interesse do aluno. Diz ainda que existe um professor disponível para tirar todas as dúvidas e ressalta a facilidade do curso totalmente on line, que pode ser feito em qualquer horário, de qualquer lugar.

Sobre a qualidade, afirma que o curso existe desde 2003 e existem ex-alunos trabalhando na área. "Principalmente agora que não precisa mais do diploma".

publicado no site comunique-se em 18/09/2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sentimentos

Já passei por muitas coisas nessa profissão que escolhi, entre elas, a humilhação por parte de algumas pessoas que sentiam-se donos do pedaço, os reis do jornalismo, sou o melhor...
Mas as coisas acontecem de forma justa, e ninguém é tão bom quando ninguém sabe de sua existência.
Há cerca de um ano e meio, trabalhei com um certo profissional de comunicação que se achava o melhor profissional do mundo, mas para ser lembrado, tinha que ressucitar seus mortos e levantar o passado histórico de familiares que nem mesmo a imprensa lembra mais.
No entanto essa pessoa nunca fez questão de me ajudar como iniciante na carreira.
Certa vez, resolvi tentar trabalhar um pouco mais, colocar meu nome no vento e tentar ser conhecida por aí, principalmente por Vitória ser uma cidade tão pequena.
Comecei a produzir um pequeno jornal, em parceria com um amigo, mas alguns assuntos precisavam ser tratados por telefone.
Esse profissional echeu-se de um espírito de inveja e começou a atropelar meu projeto, impedindo-me de realizar essa atuação, a ponto de propor que, para eu me dividir, teria que dividir meus lucros também.
Resolvi voar, e esse profissional fez o que pode para me atrapalhar, inclusive de conseguir um emprego.
Ontem, bateu um sentimento que acho que defino como pena. Fui questionada sobre o profissionalismo dessa pessoa. Podia ter 'queimado seu filme', como fizera comigo há tempos, mas não. Estendi a mão.
Acho que fiz certo. Talvez essa pessoa lembre-se que quando eu precisei sua mão se recolheu e agora eu estendi a minha...
Soberania não leva a nada... mas pode levar ao fudo do poço ou a reflexão...
Sejamos humildes sempre.

Lei contra o cigarro

Na próxima sexta-feira (18/09), entra em vigor a lei contra o cigarro em todo o território do Espírito Santo.
Ao acompanhar as notícias publicadas diariamente nos jornais sobre o assunto, me pergutno: como uma lei, prestes a entrar em vigor, ainda não tem definidos quem vai fiscalizar?
Além disso, as vigilâncias vão começar com um trabalho educacional, antes mesmo de começar a multar.
Penso que, um assunto que já vem sendo falado a tanto tempo, já deveria ser tratado de forma mais rigorosa, e não como educativa.
Ou seja, sexta-feira, eu como não-fumante que seou, se for a um bar ou restaurante e tiver um fumante ao meu lado, e o estabelecimento permitir, não será multado, mesmo com a lei já em vigor...
Coisas de Brasil... Acho que é por isso que a lei seca até hoje não 'pegou', pois não há critérios e nem punições eficientes.. o cara que é pego dirigindo embriagado, mesmo que provoque um acidente, paga fiança e é liberado...
Brasil...

sábado, 5 de setembro de 2009

Brasileiros vão acessar internet pela tomada

Os brasileiros poderão acessar a rede mundial de computadores pela tomada. A medida foi aprovada pela diretoria colegiada da Aneel na última terça-feira (25), e criou as regras. A decisão vai beneficiar 63,9 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica, interligadas por mais de 90 mil quilômetros de transmissão e distribuição, com as regras para o uso da tecnologia Power Line Communications (PLC). A efetiva implantação do sistema agora depende das empresas e distribuidores de energia, que devem apresentar os projetos.

Assim que implementado, o serviço de acesso à internet e a TV por assinatura será realizado por meio da rede elétrica - já presente em quase 100% das residências do Brasil. O prestador do serviço de PLC deverá seguir os padrões técnicos da distribuidora, o disposto em Resolução da Aneel e na regulamentação de serviços de telecomunicações e de uso de radiofrequências da Anatel. A implantação e exploração do PLC não poderão comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.


O regulamento determina as condições para a utilização da infraestrutura das empresas distribuidoras de energia elétrica para implantação do sistema que permite a transmissão de dados por meio da rede de distribuição. A norma delimita o uso das redes elétricas de distribuição para fins de telecomunicações, garantindo a qualidade, confiabilidade e adequada prestação dos serviços de energia elétrica, gerando incentivos econômicos ao compartilhamento do sistema e zelando pela modicidade tarifária.Economia - O emprego da tecnologia possibilita novos usos para as redes de distribuição de energia elétrica, sem que haja necessidade de expansão ou adequação da infraestrutura já existente.


A economia representa a redução de custos aos consumidores, que serão beneficiados com a apropriação de parte dos lucros adicionais obtidos por meio da cessão das instalações de distribuição, o que poderá baixar as tarifas.A Agência prevê que a apuração da receita obtida pelas concessionárias de energia com o aluguel dos fios para as empresas de internet será revertida para a redução de tarifas de eletricidade, nos termos de legislação específica estabelecida pela Aneel. Esse critério já é utilizado no aluguel de postes para passagem dos cabos da telefonia.


Embora seja utilizado o mesmo meio físico (as redes de distribuição de energia elétrica), a tecnologia permite o uso independente dos serviços e, portanto, a concessionária poderá também utilizar a infraestrutura do prestador de serviço de PLC para atender às suas necessidades e interesses.Ao disponibilizar a sua rede de distribuição, a concessionária deverá dar ampla publicidade por um prazo mínimo de 60 dias para a manifestação dos interessados. A escolha do prestador do serviço deverá ser divulgada em até 90 dias após o pedido.


Fonte: Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da RepúblicaNº 876 - Brasília, 26 de Agosto de 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O mundo sem Internet?

por Nelson Biagio Junior
Você já imaginou, caro leitor, como seria — neste quase final da primeira década do Século XXI — viver sem a Internet? Retomaríamos, forçosamente, velhos e quase esquecidos hábitos, por exemplo:
- escrever longas cartas, ao invés de emails;
- enfrentar a fila dos bancos para pagar um simples conta;
- Skype e telefonia IP (o que prejudicaria profundamente as operadoras dos serviços de telecomunicações, dentre outras coisinhas…)?

Sem chances! Joguinhos online? Esqueça. Já consigo antever, inclusive, as severas crises de abstinência que acometeriam os Orkut-dependentes de último grau…Pensando nisso, ocorreu-me uma pergunta: quanto do seu tempo na frente da tela do computador você gasta com atividades offline, que não dependam, de modo algum, da Internet?

Pois é..A advertência quase apocalíptica de Silvio Meira, na abertura deste post, faz todo o sentido. Há anos investimos em coisas como largura de banda; velocidade de conexão; interatividade; produção de conteúdo multimídia e multi-plataforma. Músicas, filmes, fotos e serviços — como o Google Docs, por exemplo — tudo paira em uma etérea nuvem virtual, a um clique de distância. Até mesmo nossos sistemas operacionais, um dia, repousarão fora de nossos desktops e notebooks.

E por quê não investimos no que faz tudo isso funcionar? Ora, da mesma maneira que os políticos resistem em investir em saneamento básico, pois o que está escondido debaixo da terra geralmente não traduz em mais votos, pensar em infraestrutura de rede é chato. Boring, como dizem os ingleses.

Quem se lembra, por exemplo, do que as palavras Telnet; Gopher e Finger significam?O foco de interesse se concentra em produtores de mídia digital; especialistas em webdesign e manipulação de imagens; profissionais de mídia interativa; desenvolvedores que trabalham com coisas como .NET, Rail, PHP e quejandos e, é exatamente para eles que vão boa parte da atenção e dos recursos disponíveis.

Não acredita? Quem você acha que uma mocinha geek escolheria para sair em um sábado a noite: o diretor de web de uma descolada agência de publicidade (Sorry, Boss… he! he!) ou um especialista em infra-estrutura, que discorrerá, empolgadamente, sobre como conseguiu configurar aquele novo modelo de roteador da Cisco? Pois é…Brincadeiras à parte, o assunto é sério e algo precisa ser feito. Eu começaria implementado o novo padrão de Protocolo de Internet, o IPv6, pois a disponibilidade do padrão de IP atual, dizem os especialistas, terminará em 2010.

Ainda dá tempo!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

"A menina"

O espetáculo "A menina" é um solo que fala sobre o universo feminino. O texto é uma adaptação do conto "menina" de Ivan Ângelo, e narra um momento na vida da personagem Ana Lucia. Já adulta, a persoagem se debruça sobre uma passagem de sua infância para tecer reflexões sobre as relações familiares, a infância, a vida adulta e a escola.
A situação abordada pela peça é o encontro entre a menina Ana Lucia e uma palavra que ela desconhece: desquitada.

Você já ficou repetindo uma palavra até perder o setido?

Sua mãe é desquitada e as crianças de sua escola dizem isso a ela como forma de provocá-la. Como a menina não conhece o significado da palavra ela partirá em busca deste sentido, criando uma série de jogos cênicos com a plateia e com os diversos personagens interpretados por Fabíola Buzim.

Eu estive lá e recomendo. Vale a pena conferir!!!
Fonte: folder do espetáculo