domingo, 27 de junho de 2010

Faustão surpreende ao receber atração gospel em seu "Domingão"

Quem assistiu ao "Domingão do Faustão" ( http://www.youtube.com/watch?v=WevLnesq77E )de hoje (27/06/2010), ficou sem entender o espaço que receberam as estrelas da música gospel Aline Barros e Fernanda Brum, já que a emissora tanto critica a ligação da TV Record com a Igreja Universal.
As suas estiveram ao vivo no palco do programa e não foi apenas para cantar.
Entre uma canção e outra, elas falaram (quando Fausto Silva permitia) sobre sua religião, Bíblia, Jesus, e sobre como se converteram ao evangelho.
Atrações da música gospel na Rede Globo são tão raras que até Fausto Silva comentou quando se despediu das duas: "agora que abrimos a porteira, vocês vêm todo domingo."
Mas não é de hoje que a música gospel invade as telas da Globo.
Na década de 90, Aline Barros já teve uma participação no programa da Xuxa. Todos sabem que a Rainha dos Baixinhos andou frequentando uma igreja evangélica, e teve todo apoio da Aline, além da amizade das duas.
No entanto, a cantora falhou ao cantar para a Xuxa "Minha rainha, minha fada encantada, você é iluminada, etc".
Anos depois, acho que em 2008, a mesma Aline Barros teve uma música, a mesma apresentada por ela hoje no programa, como tema da novela "Duas Caras", na mesma emissora.
Acho que a escolha foi proposital, para que o público conheça quem cantava a música, já que na época da novela ela não teve oportunidade de aparecer. Acredito que era mesmo para fazer a relação música X cantora.
E hoje a participação no programa com Fernanda Brum.
Será que é mais um espaço se abrindo para a propagação do evangelho, ou a música evangélica tem realmente copiado e procurado os mesmos espaços da música mundana?
Mesmo assim, em nenhum momento a Palavra de Deus foi escandalizada. Parabéns às cantoras.




sábado, 26 de junho de 2010

A música evangélica está emburrecendo

Emburrecer. Acho que essa é realmente a melhor palavra para descrever o que está acontecendo com a música evangélica brasileira. Mas isso já era de se esperar.
Como já postei em textos anteriores, o mundo invade a igreja. mas deveria ser ao contrário e sim a igreja deveria invadir o mundo.
Com isso, podemos ver o reflexo das referências mundanas nas músicas cristãs. Primeiro foram os programas de televisão, livros, ritmos e agora as letras.
Essa semana estava ouvindo uma rádio gospel de Vila Velha/ES, quando começou a tocar um funk. Não me surpreendi porque o ritmo já invadiu os espaços cristãos (mesmo não concordando com isso).
No entanto, o que me deixou perplexa foi a letra da música 'Guerreiro de Hebron":
Eu sou guerreiro de Hebron / Funkeiro que se converteu / Levanto a massa com esse som / Pra falar do amor de Deus / O som que era guerra / Agora é de paz / Confronto de galera, eu já não canto mais / Aqui não tem cachorras / Só tem lindas varoas / Louvando com esse som / Só tem funkeiro sangue bom / Em noite de arena / Eu venho pra dançar / Tenho uma vida plena / Em Deus vou prosperar / Pois o que está ligado na terra, está no céu / eu sou muralha forte, não sou de Babel / eu canto gospel funk pra falar de amor / Falar das maravilhas que fez nosso Senhor / E contra o mal estou / Vou declarando guerra / Não sou de açucar não, eu sou o sal da terra.
O que essa letra quer dizer??? Pra mim, nada.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

E a vida voltou ao normal

Depois do sofrido e difício 2 X 1 contra a Coreia do Norte, a vida do brasileiro voltou ao norma.. pelo menos por hoje....

terça-feira, 15 de junho de 2010

Falta de pensar faz milhares de capixabas perderem estreia da seleção brasileira

Hoje foi a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo da África do Sul, e os transtornos, em toda a Grande Vitória, começaram logo cedo.
É que os milhares de torcedores, inteligentes que são, seriam dispensados mais cedo do trabalho e, para conseguir chegar cedo, todos tiveram a mesma ideia: ir para o trabalho de carro.
No entanto, o trânsito por si só já é uma loucura todos os dias, juntando as obras espalhadas por toda a cidade e a inteligência dos torcedores, resultado: congestionamentos de horas.
No meu caso, o trajeto que faço em 30 minutos de casa para o trabalho, hoje pela manhã foi realizado em exatas DUAS HORAS.
O retorno foi ainda pior. Trânsito conplicado, ônibus lotados e motoristas (eles mesmos que fieram do trânsito esse caus) estressados querendo chegar antes do início da partida.
Enfim, muitas pessoas, como eu, perderam o início da partida.

Jogo
Mas convenhamos que a estreia não foi o esperado da única seleção pentacampeã do mundo. Vencemos o trânsito, o horário e a partida.
espero que no próximo domingo a seleção brasileira mostre porque é a favorita!!!



terça-feira, 8 de junho de 2010

Por que gastamos com coisas fúteis??

Me fiz essa pergunta na manhã de hoje, e passei o dia inteiro pensando nisso.
Durante a apuração de uma matéria para o jornal, no bairro Porto de Santana, em Cariacica, conheci uma família que vive da renda da cata de ostras e sururu, na região conhecida como Mangue Seco, no bairro.
Cada pacote desses mariscos são vendidos em média por R$ 5, e em um dia, quando a pesca é boa, a família consegue faturar até R$ 300.
No entanto, os mariscos desapareceram do manguezal da região e, os cerca de 60 pacotes colhidos por semana, eles estão conseguindo apenas cinco, o que não garante o sustento de duas mulheres, sendo uma grávida de nove meses, dois homens, e mais duas crianças de 4 e 3 anos.
A família disse que estão passando necessidade, que não há renda suficiente e que o que tem de comida em casa é apenas o que ganham de vizinhos.
Porém, antes disso, quando cheguei ao bairro, passei em uma loja na avenida Principal, e fiquei encantada por um par de sapatos coloridos, e que estava na promoção. Apenas R$ 79,90.
Logo pensei: quando voltar vou comprar esses sapatos.
No entanto, no retorno, após ver a necessidade daquela família, a fome daquelas crianças, refleti dentro do carro e me perguntei se realmente precisava daqueles sapatos.
Fico pensando como nós, reles mortais, gastamos com coisas tão fúteis.
De coração aberto não consegui comprar os sapatos, pois o que para mim não era muita coisa, para eles daria para fazer a compra do mês.

Dia da imprensa: o que há para comemorar?

O ano de 2009 ficou marcado por fatos importante para a imprensa brasileira, e que não foram divulgados por alguns dos maiores veículos do País.
Por decisões judiciais, a profissão ficou sem diploma. No dia da imprensa, comemorado no último dia 1º fica a pergunta: o que há para comemorar?

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mundo estranho

Pelo título dá até para pensar que trata-se da revista Mundo Estranho. No entanto não é.
Puxei por esse gancho para falar como o mundo hoje está realmente estranho, e o que me fez parar para pensar nisso foi exatamente uma publicação que li hoje.
O texto dizia que "não existe lei que possa mudar algumas realidades" e que, "o fato de tornar algo legal não significa moralmente correto, e tornar algo ilegal em legal, não significa que deixa de ser errado, imoral ou pernicioso".
Vendo por esse ângulo, podemos usar como exemplo o cigarro. A legalização desse produto não faz com que o tabagista deixe de sofrer com os efeitos da nicotina e dos demais componentes maléficos que o cigarro faz à saúde.
O fato da bebida alcoólica poder ser usada livremente, e não ser crime andar e ficar bêbado, não faz com que os males advindos do alcoolismo deixem de trazer as consequências físicas, emocionais, morais e, porque mesmo não dizer, espirituais.
O fato de um país legalizar a maconha, o crack, a cocaína ou outras drogas, também não faz com que elas deixem de ser drogas maléficas. Além disso, a legalização desses produtos não irá deixar de fazer um usuário deixem de ser drogados e não venham a sofrer as consequências físicas, morais e psicológicas.
O que eu quero dizer com isso?
Bem, na semana passada as ruas de Vitória, capital do Espírito Santo, foram palco de uma manifestação em favor da legalização das drogas, para que o produto seja comercializado livremente em quanlquer ponto da cidade.
O fato é que, como a bebida legalizada traz prejuízos materiais em acidentes automobilísticos, por exemplo, ceifando vidas de milhares de pessoas a cada ano, a legalização das drogas que hoje são consideradas ilícitas também poderão trazer consequências irreparáveis.
Não estou aqui para ser contra ou a favor de nada.
Outro ponto que eu gostaria de abordar foi um comentário que ouvi nas ruas da cidade essa semana.
Uma pessoa que estava próximo a mim, disse ao outro que existe um projeto de lei em Vitória para que os homossexuais do sexo feminino possam utilizar banheiros femininos em shoppings, escolas, rodoviárias, aeroportos e, pasmem, igrejas.
Não sei se realmente esse projeto existe. O fato é que, independente de opção sexual, essa pessoa é homem e eu, como mulher que sou, ficarei constrangida em ter que dividir um banheiro, algo tão íntimo, com um homem.
Outra questão que percebo, é que os homossexuais querem que não haja preconceito, mas eles mesmos criam um preconceito, exigindo direitos iguais, exigindo uso compartilhado de locais públicos, e até a troca de registro civil. Na minha opinião isso os coloca diferentes dos heterossexuais.
E mais: o fato da sodomia passar a ser legalizada com outros títulos, nunca fará com que seus praticantes deixem de sofrer as consequências físicas, emocionais, morais e, inclusive, espirituais, que a acompanham.
Não estou julgando, nem dizendo o que é certo ou errado. Mas é preciso pensar nas consequências dessas legalizações e modernidades.
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